TVCOPA
Tempo real
Análise⚡ IA

Ancelotti na Seleção Brasileira: os 5 erros que marcaram o empate com a Austrália e atrasam o novo ciclo

Redação TV Copa25 de set. 2026 6 min de leitura 2
Ancelotti na Seleção Brasileira: os 5 erros que marcaram o empate com a Austrália e atrasam o novo ciclo

O primeiro amistoso da Seleção Brasileira depois da Copa do Mundo terminou em empate por 1 a 1 com a Austrália, na sexta-feira (25), e deixou mais perguntas do que respostas. O gol de Rayan, de cabeça, após escanteio de Raphinha, salvou o resultado no último lance. Só que não apagou a impressão de um time lento, previsível e distante do discurso de renovação prometido por Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira.

A partida era o cenário ideal para testar nomes do novo ciclo visando a Copa do Mundo de 2030. O que se viu, porém, foi a repetição de escolhas já conhecidas e a sensação de que a tão falada transição segue apenas no papel. Abaixo, os cinco erros que marcaram o empate e atrasam o novo ciclo.

1. A escolha de Douglas Luiz no lugar de Bruno Guimarães: o erro que expôs a contradição

No segundo tempo, quando optou pela saída de Bruno Guimarães, o treinador poderia ter dado uma oportunidade ao meio-campista do Corinthians. Em vez disso, Ancelotti na Seleção Brasileira recorreu a Douglas Luiz, jogador que já teve diversas chances com a amarelinha e nunca se firmou como titular absoluto.

A escolha soa ainda mais estranha quando se olha o momento dos dois. Douglas Luiz, entre passagem pelo futebol inglês e início de temporada na Juventus, soma apenas 21 partidas, 1 gol e 1 assistência no período. Em campo, o meio-campista pouco apareceu, errou passes e não deu a intensidade que o jogo pedia.

A contradição é evidente: um treinador que prometeu priorizar jovens com potencial para 2030 começa o novo ciclo apostando em um nome já testado e que não correspondeu. A escolha reforça a sensação de que o discurso de renovação não se sustenta quando a bola rola.

2. Breno Bidon ignorado: a convocação que virou símbolo do novo ciclo desperdiçado

Breno Bidon foi convocado justamente para ser observado neste novo ciclo. O meio-campista do Corinthians é descrito como um jogador de circulação, que atua entre linhas, tem capacidade de condução e qualidade técnica para participar da construção. Em 2026, acumula 46 jogos, 4 gols, 1 assistência e 3.385 minutos pelo clube paulista.

Mesmo com o meio-campo desorganizado e sem criatividade, Ancelotti na Seleção Brasileira não deu um único minuto a Bidon. O jovem ficou no banco os 90 minutos, enquanto Douglas Luiz atuou no segundo tempo e não mostrou algo diferente.

Resta claro que o ex-Vasco tem experiência internacional e evidentemente não é um jogador sem qualidade, mas esse amistoso oferecia uma oportunidade muito mais valiosa para observar o camisa 7 corinthiano em um cenário de Seleção principal. Se não for em um amistoso contra a Austrália, quando será o teste? Essa é a pergunta que fica para o torcedor.

3. Substituições tardias e sem impacto: o banco como reflexo da indecisão

Ancelotti na Seleção Brasileira demorou a mexer no time, mesmo com o Brasil empatando e sem criatividade para furar a defesa australiana. As alterações ocorreram apenas depois dos 70 minutos, quando o jogo caminhava para o empate.

As entradas de Douglas Luiz e de outros jovens não tiveram tempo de mudar o panorama. O empate Brasil Austrália expõe a falta de plano B e a leitura lenta do treinador, que pareceu esperar por um lampejo individual em vez de construir uma solução coletiva.

4. O meio-campo sem criatividade: por que Douglas Luiz e não Bidon ou Bruno Guimarães?

Com Douglas Luiz, o Brasil teve pouca mobilidade e quase nenhuma criatividade. A equipe não conseguiu conectar defesa e ataque, e a bola demorava a chegar aos homens de frente. Breno Bidon poderia trazer dinamismo e aproximação entre linhas, características que o jogo pedia desde o apito inicial.

Bruno Guimarães é mais completo, já provou em alto nível e tem repertório para acelerar a saída de bola. Ainda assim, começou no banco. Ancelotti na Seleção Brasileira optou por segurança excessiva e repetiu erros do ciclo anterior, quando o time dependia de individualidades e sofria contra blocos defensivos organizados.

5. O discurso de renovação para 2030 que não se sustenta em campo

A própria justificativa de Ancelotti na convocação foi justamente priorizar jovens com qualidade e potencial para representar o Brasil na próxima Copa do Mundo, que será em 2030. O problema é que a escalação e as substituições contaram outra história.

O treinador escalou nomes já desgastados e ignorou jovens como Breno Bidon. O empate Brasil Austrália mostra que a transição não está acontecendo.

Sem mudanças reais, o Brasil corre o risco de chegar a 2030 com os mesmos problemas de sempre: meio-campo lento, falta de criatividade e dependência de jogadores que já não rendem o esperado.

6. O que o empate com a Austrália revela sobre a preparação para 2030

O Brasil não venceu, não criou e não testou o que prometeu. A dependência de jogadores desgastados continua, e o novo ciclo começa sem uma identidade clara. Ancelotti na Seleção Brasileira precisa corrigir a rota imediatamente, sob o risco de desperdiçar o tempo que tem até a Copa América de 2028, compromisso importante antes do mundial.

O novo ciclo exige coragem para apostar em Breno Bidon e outros nomes que podem dar outra cara ao time. Se o amistoso era um laboratório, o experimento falhou. A pergunta que fica é simples: quantos amistosos ainda serão necessários para que a renovação deixe de ser discurso e vire realidade?

Perguntas frequentes

O que aconteceu no amistoso Brasil x Austrália? O jogo terminou em 1 a 1, na sexta-feira (25). O Brasil empatou no último lance, com gol de cabeça de Rayan, após escanteio cobrado por Raphinha.

Por que a escolha de Douglas Luiz em vez de Breno Bidon foi criticada? Porque Ancelotti prometeu priorizar jovens visando 2030, mas optou por um jogador já testado e que pouco apareceu. Breno Bidon, convocado justamente para ser observado, ficou no banco os 90 minutos.

Quais os números de Breno Bidon em 2026? Pelo Corinthians, Bidon soma 46 jogos, 4 gols, 1 assistência, 12 cartões amarelos e 3.385 minutos em 2026.

E os números de Douglas Luiz? Considerando a passagem pelo futebol inglês e o início de temporada na Juventus, Douglas Luiz tem 21 partidas, 1 gol, 1 assistência e 7 cartões amarelos.

O que a Copa América de 2028 tem a ver com isso? É o compromisso importante antes da Copa do Mundo de 2030. Os jovens precisam de minutos em campo desde já para chegar prontos ao torneio continental e, depois, ao mundial.

O empate com a Austrália compromete a classificação para a Copa de 2030? Não, porque é um amistoso e não vale vaga. Mas o desempenho acende o alerta sobre a preparação e a falta de testes reais no novo ciclo.

---

Equipe-se para o jogo

  • <a href="https://www.amazon.com.br/s?k=bola+de+futebol+campo+oficial&amp;tag=tvcopa07-20" rel="sponsored nofollow noopener" target="_blank">Bola de futebol oficial</a>, do jogo de fim de semana ao treino sério.
  • <a href="https://www.amazon.com.br/s?k=camisa+selecao+brasileira&amp;tag=tvcopa07-20" rel="sponsored nofollow noopener" target="_blank">Camisa da Seleção Brasileira</a>, para torcer vestido a caráter.
  • <a href="https://www.amazon.com.br/s?k=chuteira+society&amp;tag=tvcopa07-20" rel="sponsored nofollow noopener" target="_blank">Chuteiras society</a>, as mais vendidas da Amazon.

Como Associado da Amazon, eu recebo por compras qualificadas.

⚡ Esta matéria foi produzida pela inteligência artificial do TV Copa a partir das notícias mais quentes do dia, e pode conter imprecisões. Confira sempre as fontes oficiais.

Comentários (0)

É rapidinho: ao enviar, você faz seu cadastro de torcedor.

Seja o primeiro a comentar!