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Argentina chega aos EUA para Copa sem Messi; veja expectativas

A seleção argentina chega aos EUA para defender o título mundial, mas sem Lionel Messi, lesionado; foco na adaptação e nos novos líderes do time.

TV Copa IA31 de mai. 2026 4 min de leitura 141
Argentina chega aos EUA para Copa sem Messi; veja expectativas

A seleção argentina desembarcou em solo americano com um desafio que já se anuncia como um dos maiores testes da era Scaloni: entrar em campo sem Lionel Messi. A recuperação do camisa 10, que trata uma lesão muscular, coloca a argentina sem messi na copa do mundo 2026 como um cenário que, até pouco tempo, parecia improvável. Agora, a comissão técnica corre contra o tempo para ajustar o plano de jogo e garantir que a espinha dorsal da equipe não se quebre justamente na fase mais decisiva.

A ausência do maior jogador da história não é apenas técnica, mas também simbólica. Durante anos, a Argentina orbitou em torno de Messi. Sem ele, o time precisa encontrar não só um substituto para os gols e assistências, mas uma nova identidade tática.

Argentina sem Messi: como a seleção se prepara para a Copa de 2026

A preparação para o torneio já começou nos treinos fechados em solo norte-americano. A delegação argentina desembarcou sem Lionel Messi, que se recupera de lesão muscular, e a comissão técnica aposta em um novo esquema tático para suprir a ausência do camisa 10. Lionel Scaloni tem testado formações que priorizam a intensidade física e a troca rápida de passes, características que se tornaram a marca registrada do time campeão mundial.

Nos primeiros treinos, foi possível observar uma linha de quatro no meio-campo, com volantes mais avançados e pontas que não se fixam nos lados do campo. A ideia é que a bola circule rapidamente pelos pés de jogadores como Enzo Fernández e Alexis Mac Allister, que têm visão de jogo e capacidade de quebrar linhas adversárias. Sem a referência de Messi, a profundidade será explorada pelos laterais e pelos atacantes de área.

Quem assume a liderança da Argentina sem Messi na Copa do Mundo?

A ausência de Messi abre uma lacuna de liderança que não será preenchida por um único nome. Jogadores como Lautaro Martínez, De Paul e Mac Allister são cotados para liderar o elenco dentro e fora de campo. O atacante da Inter de Milão, artilheiro nos últimos jogos eliminatórios, ganhou ainda mais responsabilidade ofensiva. Já Rodrigo De Paul, conhecido como o "motor" do meio-campo, assume o papel de organizador emocional, puxando a marcação e distribuindo o jogo.

A experiência de veteranos como Nicolás Otamendi e a ascensão de jovens promessas como Alejandro Garnacho equilibram o time. Garnacho, que já mostrou personalidade em jogos decisivos pelo Manchester United, pode ganhar minutos como uma opção de velocidade e drible pelo lado esquerdo. A aposta é que a soma de talentos individuais compense a ausência do craque.

Expectativas para a Argentina sem Messi: é possível repetir 2022?

Analistas apontam que o desafio é ainda maior sem o craque, mas confiam na força coletiva que a Argentina construiu nos últimos anos. O histórico recente mostra que a seleção venceu amistosos importantes sem Messi, como contra o Brasil em 2023 e contra a Itália na Finalíssima de 2022. Naquela ocasião, o time mostrou solidez defensiva e eficiência nas transições, características que Scaloni tenta resgatar.

No entanto, a Copa do Mundo impõe uma pressão diferente. A fase de grupos exige regularidade, e as partidas eliminatórias são decididas em detalhes. Sem Messi, a Argentina perde a capacidade de resolver jogos com um lampejo individual, mas ganha em previsibilidade tática. O torcedor argentino, conhecido por sua paixão, já começa a se perguntar se o time conseguirá repetir o feito de 2022 sem seu principal jogador.

Desafios táticos da Argentina sem Messi na Copa de 2026

Scaloni testa variações no ataque, com maior mobilidade e menos dependência individual. A defesa e o meio-campo ganham protagonismo para compensar a ausência ofensiva. Nos treinos, a equipe tem priorizado a compactação entre as linhas, com os laterais avançando apenas em momentos específicos. A ideia é que o time seja mais difícil de ser batido do que espetacular, trocando o brilho de Messi pela solidez de um bloco organizado.

O principal desafio é a criação de jogadas. Sem um camisa 10 fixo, a Argentina depende da movimentação constante de Lautaro Martínez e dos meias que chegam de trás. A bola parada também surge como uma arma importante, com De Paul e Mac Allister cobrando faltas e escanteios com precisão. A comissão técnica sabe que, para sobreviver sem Messi, o coletivo precisa falar mais alto do que nunca.

⚡ Esta matéria foi produzida pela inteligência artificial do TV Copa a partir das notícias mais quentes do dia, e pode conter imprecisões. Confira sempre as fontes oficiais.

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