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Brasil nas oitavas da Copa 2026: como a Seleção de Ancelotti chegou até aqui

Redação TV Copa30 de jun. 2026 4 min de leitura 71
Brasil nas oitavas da Copa 2026: como a Seleção de Ancelotti chegou até aqui

O Brasil está nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026 depois de bater o Japão por 2 a 1 na Rodada de 32 e fechar a fase de grupos como líder do Grupo C. A campanha começou tropeçando — empate com Marrocos na estreia — mas se firmou com duas vitórias, e agora a Seleção de Carlo Ancelotti espera o adversário para o jogo de domingo, dia 5 de julho.

A seguir, o caminho até o mata-mata, o sufoco contra os japoneses e o que vem pela frente neste Mundial de 48 seleções espalhado por Estados Unidos, Canadá e México.

Uma estreia que assustou e uma classificação que tranquilizou

O início não foi o sonhado. Na abertura do Grupo C, o Brasil empatou em 1 a 1 com Marrocos, num jogo que deixou o ambiente pesado e reacendeu velhas dúvidas sobre a equipe. Marrocos, vale lembrar, não é qualquer adversário: foi semifinalista em 2022 e entrou nesta Copa como uma das seleções mais respeitadas fora do eixo tradicional. O tropeço inicial, portanto, dizia mais sobre a qualidade do rival do que sobre uma crise brasileira.

A resposta veio nos jogos seguintes. A Seleção venceu o Haiti e, na rodada de encerramento, atropelou a Escócia por 3 a 0 em Miami, com Vinícius Júnior brilhando e marcando duas vezes ainda no primeiro tempo — o tipo de atuação que muda o clima de um vestiário. Matheus Cunha fechou a conta no segundo tempo. Com isso, o Brasil terminou a primeira fase com sete pontos, duas vitórias e um empate, na liderança isolada do grupo. Saldo positivo, primeiro lugar garantido e, principalmente, o caminho mais suave possível dentro do chaveamento.

Para quem ainda está se acostumando ao novo formato: a Copa de 2026 tem 48 seleções e, por isso, ganhou uma fase a mais. Terminar a fase de grupos não leva direto às oitavas — antes vem a chamada Rodada de 32, o primeiro degrau do mata-mata. Liderar o grupo importa muito aqui, porque define cruzamentos e ajuda a evitar gigantes logo de cara.

O susto contra o Japão e a virada no fim

Se a fase de grupos terminou com sensação de controle, a Rodada de 32 lembrou ao Brasil que Copa do Mundo não perdoa relaxamento. Em Houston, no dia 29 de junho, o Japão fez o jogo que sonhava e abriu o placar aos 29 minutos do primeiro tempo: Kaishu Sano aproveitou uma saída de bola mal resolvida e um vacilo na marcação para calar o estádio. No intervalo, o Brasil perdia e jogava mal — uma primeira etapa para esquecer.

A reação veio com a cara de quem tem elenco. No segundo tempo, Casemiro subiu mais alto que a defesa japonesa e empatou de cabeça. O empate, porém, não bastava para a tranquilidade: o jogo seguia aberto e a prorrogação rondava. Foi aí que entrou em cena Gabriel Martinelli. Acionado por Bruno Guimarães, o atacante — que havia começado no banco — curou a aflição brasileira com um gol já nos acréscimos da segunda etapa, fechando o 2 a 1 e evitando o tempo extra. Vitória sofrida, virada no apagar das luzes e classificação garantida sem precisar de pênaltis.

Foi o tipo de jogo que costuma dizer mais sobre uma equipe do que uma goleada tranquila. O Brasil não jogou bem, mas soube vencer — e em mata-mata de Copa, saber vencer mal é um patrimônio.

O que esperar das oitavas de final

Agora a Seleção entra na reta que separa os candidatos dos coadjuvantes. O Brasil já tem data definida para a próxima batalha: domingo, 5 de julho, em Nova Jersey, na região metropolitana de Nova York. O que ainda não estava definido no fechamento desta matéria é o adversário.

O classificado para enfrentar o Brasil sai do confronto entre Noruega e Costa do Marfim, segundos colocados dos seus respectivos grupos na primeira fase. Os dois lados trazem perigos distintos. A Noruega vive uma geração badalada e tem em Erling Haaland um dos atacantes mais letais do planeta — um nome capaz de decidir qualquer jogo sozinho. A Costa do Marfim, por sua vez, carrega a tradição do futebol africano de força física e velocidade, sempre desconfortável para defesas que se distraem.

Seja quem for, o recado para o torcedor é de cautela com otimismo. O Brasil chegou às oitavas como líder de grupo, com Vinícius Júnior em fase artilheira e um elenco que mostrou poder de reação contra o Japão. Por outro lado, as atuações ainda oscilam, e Ancelotti segue ajustando peças num time que, por ora, parece mais forte no papel do que tem sido em campo. A boa notícia é que, no mata-mata, o que conta é avançar — e o Brasil avançou.

A partir daqui, cada jogo é uma final. Vencendo no dia 5, a Seleção carimba vaga nas quartas e se aproxima do sonho do hexa, que já dura desde 2002. Por enquanto, o saldo é positivo: classificação tranquila no grupo, primeiro obstáculo de mata-mata superado e a confiança de quem já provou, contra o Japão, que sabe sofrer e ainda assim sair de campo com a vitória. O TV Copa segue de olho — e volta na cobertura das oitavas.

Perguntas frequentes

Como o Brasil chegou às oitavas de final da Copa 2026?

O Brasil terminou em primeiro lugar no Grupo C, com sete pontos (duas vitórias e um empate), e depois venceu o Japão por 2 a 1 na Rodada de 32, primeiro degrau do mata-mata no formato de 48 seleções. Na fase de grupos, empatou com Marrocos por 1 a 1, venceu o Haiti e goleou a Escócia por 3 a 0.

Quando e contra quem o Brasil joga nas oitavas?

O Brasil joga nas oitavas no domingo, 5 de julho, em Nova Jersey, na região de Nova York. O adversário sai do confronto entre Noruega e Costa do Marfim, ainda em definição.

Quem marcou os gols de Brasil 2 x 1 Japão?

O Japão abriu o placar com Kaishu Sano aos 29 minutos. No segundo tempo, Casemiro empatou de cabeça, e Gabriel Martinelli marcou o gol da virada nos acréscimos, após assistência de Bruno Guimarães, garantindo a classificação brasileira.

⚡ Esta matéria foi produzida pela inteligência artificial do TV Copa a partir das notícias mais quentes do dia, e pode conter imprecisões. Confira sempre as fontes oficiais.

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